The survival of the fittest
O mais Fit, na natureza, é aquele que se adapta gastando menos energia e cuja organização ocupa o menor espaço possível. Portanto, é aquele que se encaixa melhor no contexto (natureza), não é aquele que quer ultrapassar a natureza, que tem mais de qualquer coisa, mais força, músculo, flexibilidade, etc. A ideia atual de fitness nada tem que ver com a palavra original.
Ter atenção na interpretação que foi feita da palavra fitness usada pelo Joe Pilates nos seus escritos e, logo, na interpretação que fazemos de para que foi concebido o método Pilates.
Ter atenção na definição de objetivos no nosso trabalho ou na explicação do nosso trabalho. Quando ajudamos alguém no seu processo, melhorando a qualidade de vida de alguma forma, será que sabemos justificar mesmo o que estamos a fazer? Será que o nosso modelo de observação do corpo, o paradigma que usamos, dá uma explicação cabal?
Isto que escreves vai muito de encontro ao que é a minha reflexão/dúvida e que tentei partilhar no comentário à tua segunda reflexão do 3º encontro. Qual o nosso objectivo? Melhorar a competência das pessoas e a nossa própria na realização de tarefas? Ok, mas qual o limite? Quais as minhas referências para o que devo estimular? Quais as respostas de eficiência que quero obter? Eu sinto-me muito eficiente na execução de movimento, por exemplo, dos exercícios de Pilates. Mas sinto que deveria ter mais "força" para a concretização de tarefas do meu dia a dia...não devo treinar a minha força, para me tornar mais eficiente na produção da mesma? Não devo ter força para me elevar numa barra? (não que isto seja uma tarefa do meu dia-a-dia :)
ResponderEliminarTeresa Lúcia